terça-feira, 20 de agosto de 2013



Vacilo exausta
pela vastidão
de intempéries
sem tréguas
São tantas
(as intempéries)
Extenuada
sigo erma
de sonhos
Desencantada
Tanto
que até meu canto
que era amparo
silenciou.
Tornei-me
pausa.

7 comentários:

Sonhadora (RosaMaria) disse...

Minha querida

Por vezes é em silêncio que a nossa alma grita mais.

Um beijinho com carinho
Sonhadora

Mateus Medina disse...

Seria tão bom que a gente pudesse pausar o tempo, a cabeça, o coração... sei lá.

No meio das intempéries, uma pausa vai sempre bem.

bjos

Dolce disse...

Vi consiglio di leggere la mia lezione di scrittura creativa "COMO ESCREVER POESIA ERÓTICA".
Saluti,
Architteto Dolce Filiberto di Savoya, PhD

Dolce disse...

Vi consiglio di leggere la mia lezione di scrittura creativa "COMO ESCREVER POESIA ERÓTICA".
Saluti,
Architteto Dolce Filiberto di Savoya, PhD

Assis Freitas disse...

pausas, breves, semínimas


beijo

Mirian Lamy disse...

fantasticas palavras..bjs

dade amorim disse...

Muito bom, Batom e Poesia!

Beijo.