domingo, 6 de setembro de 2009

memória fraca

Tentei anotar, mas que pena
Não achei nenhum papel
Perdi mais um poema...

26 comentários:

Mário Lopes disse...

Bom sinal, apesar de tudo: a água corre da fonte! E como a nossa memória não é fraca, lá estaremos de boca aberta na altura certa. Sequiosos
de ti. Porque a tua água nos dá mais sede, ainda. Ou seja: viciaste-nos!
Beijo, e papeis muitos, perto de ti.

BAR DO BARDO disse...

... poucas palavras para muita perda... namastê, ross!...

Hammelinn disse...

Me encantó tu nueva publicación !!!

un abrazo grande !!!

Fede Hammelinn

MONTEVIDEO -URUGUAY

Batom e poesias disse...

Grata Mario.
Vou andar com um bloquinho pendurado no pescoço...rss
bjs

Batom e poesias disse...

Henrique, Henrique...
Nem imagina quantas e imensas perdas assim já tive...

Será que pimenta é bom para a memória?
bjcas

Batom e poesias disse...

Que bom que gostou Fede Hammelinn.
Outro abraço grande.

JuLᶖaƝ@ CArL@ disse...

Inspiração...
Desespero de jorrar...
Existe algo a se registrar...
Em fração de segundos a memória esquece
Ou guarda no inconsciente?
Preciso nem que for de uma parede
Para que impeçam
O assalto de minhas palavras...

Batom e poesias disse...

Ju, eu enlouqueço com isso, porque o que me vem de inspiração é geralmente quando estou dirigindo ou sob o chuveiro...
Não dá tempo.

Mas como você disse, deve ficar lá guardadinho no inconsciente e uma hora vem a tona novamente e o poema há de nascer.

Beijos minha querida.

Solange Maia disse...

Poemas são assim... as vezes são um momento, não caberiam num papel, perderiam se fossem escritos... e coagulam-se na alma da gente... nesse caso : pra quê papel ?

lindo demais...

beijo carinhoso

Mirse Maria disse...

Muito legal Rossana!

Vivo fazendo isso. Perco o sono, penso no poema, a preguiça de levantar e procurar a pena e fim do poema.

Beijos, amiga

Mirse

Batom e poesias disse...

Se estão dentro da gente, Solange, é isso que importa, né?
bjs

Batom e poesias disse...

Mirse, esse é o caso mais comum.
Já deixei um bloco ao lado da cama com caneta, mas eu fico com uma preguiçca...

Perde-se coisas boas... ou não...
hehehe
Beijos amiga.

Mai disse...

Nada...O artista das palavras sempre acha e rearranja de outro modo. Perdeu aquelas palavras, mas estas outras vieram.
Ficou perfeito, muito bom.

Abraços,

Fred Matos disse...

Muito bom, Rossana.
Beijos

Batom e poesias disse...

Que não nos faltem palavras, Mai.
É só o que quero.
bjs

Batom e poesias disse...

Toda vez que vou falar "Oi Fred", me lembro dos Flinstones...rss
Bom que apareceu.
bjs

Adriana Karnal disse...

eu os guardo em guardanapos...é por isso que os poemas às vezes estão em trapos...rs..goste demais.

Flavio Ferrari disse...

Não perdeu ... absorveu.

Thania Klycia disse...

Eles fogem de nós, mas sempre retornam com flores nas mãos...assim são os poemas...
Abraços.

j. monge disse...

Encontras-te na tua própria perda.
Belíssimo!

Beijo!

Lara Amaral disse...

Ainda assim, estamos aqui para visitá-la. Abraço!

Batom e poesias disse...

Foram muitos guardanapos Adriana.
Até usados...rss
Fazer o que? Pior é perder.
bjs

Batom e poesias disse...

De algum jeito vai ter que sair, Flávio, senão vira doença...rss
beijinho

Batom e poesias disse...

Sempre retornam com flores nas mãos. Adorei isso Thania.
Obrigada.

bjs

Batom e poesias disse...

Encontro-me nada João...
Perdidinha!

Beijos poeta querido.

Batom e poesias disse...

Tanta gente boa para ler um poema que nem foi escrito...
Isso é que é ser popular, heim Larinha?

Beijos linda!