segunda-feira, 25 de abril de 2011

das audácias


Vladimir Clavijo

O bônus diário de ternura
e a poesia que eu queria ser
nas noites tuas

[tudo anda escuro e sem lua]

Logo no primeiro ato
sou mera coadjuvante
dos meus próprios
medos...


12 comentários:

Leonardo B. disse...

[alcançada a madrugada, imperfeita manhã do mundo,

o que sobra do medo, desvanece-se na audácia do poema, sempre incompleto sonho da vida]

um imenso abraço, Rossana

Leonardo B.

Fouad Talal disse...

ainda assim vai levar o oscar!
;)

MIRZE disse...

ROSS!

Um poema elegante de extrema beleza e
ternura.

Bárbaro!

Amei!

Beijos, linda amiga!

Mirze

Lara Amaral disse...

Ai ai, menina, me pegou de jeito...

Beijo.

Zélia Guardiano disse...

Lindo poema, Rossana!
Ai, os medos, esses obstáculos...
Beijinhos da
Zélia

Grã disse...

Audaces fortuna juvat.

Michele P. disse...

Me too!

Alcemos vôo, que a vida é mais! :)

PS: Rossana, minha amiga: bloqueei meu blog temporariamente, por motivos pessoais. Mas continuarei a visitar os amigos e assim que me sinta melhor, volto a escrever.

Um abração!

Em@ disse...

Ross,
aos poucos o medo espanta-se e você liberta-se.Pendure uma lua na janela ;) pode ser que ajude. beijo

Celso Mendes disse...

Quando as palavras conseguem se libertar a alma segue e ao corpo resta sonhar. Acender a lua é o próximo passo...

beijo.

byTONHO disse...



Audaciosa a.tua.ação!

:o)

Regina d'Ávila disse...

E continuamos, noite a dentro.
A espera da paz para viver todos os momentos, todas as emoções...
Super doces beijos,
Regina d´Ávila.

Tuca Zamagna disse...

O medo... ator principal de nossas vidas pessoais e da vida no planeta!

Um abraço