
Fazer poemas como quem faz contas
Um jogo de monta e desmonta
É fantasia Brinquedo...
Não é poesia!
Fazer poemas sem se rasgar
Não dá!
O poema de verdade
tem que doer pra nascer
Tem que romper a carne
Vencer a morte
Tem que trazer o dia
Rasgar o ventre
Chegar bêbado
Embevecido!
Irromper tonto!
Gramática?
Lapida-se!
Mas o poema em essência
há que nascer pronto
do ventre do poeta.
Que tem que parir poesia...
O resto é semântica...
Um jogo de monta e desmonta
É fantasia Brinquedo...
Não é poesia!
Fazer poemas sem se rasgar
Não dá!
O poema de verdade
tem que doer pra nascer
Tem que romper a carne
Vencer a morte
Tem que trazer o dia
Rasgar o ventre
Chegar bêbado
Embevecido!
Irromper tonto!
Gramática?
Lapida-se!
Mas o poema em essência
há que nascer pronto
do ventre do poeta.
Que tem que parir poesia...
O resto é semântica...
5 comentários:
Oi, Como vai?
Passei aqui para apreciar suas linhas tão bem traçadas... Lindo e verdadeiro o poema que acabei de ler... Parabéns pelo retrato... Sim! Este poema é um retrato (ou auto-retrato?)...
Afetos meus,
Whesley Fagliari - Amigo da Sofia
fazer poesia exige porosidades, abertura para que a linguagem possa dar passagem. é um modo de parir a palavra, de dar curso a sentimentos intensos. Vocë já sabe como teus escritos me mobilizam, me confirmam o sentido dessa rede de blogueiros que publiciza seus escritos e os comenta. Muito belo! bjs
"Poemar", que lindo verbo que eu desconhecia.
Adoro a tua conjugação!
Querida Rossana,
Sua poesia, define a poesia, sendo a própria poesia. Poesia como tudo que li por aqui, espalhadas... como fragmentos de você em versos.
Abraços.
Roberto Ramos
Lindas poesias obrigado pela visita. Vou te acompanhar...
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