domingo, 9 de agosto de 2009

Saudade da boa

Meu pai, não consigo escrever
nada que defina sua ausência...
A falta que me faz é intraduzível, 
indescritível
Nem dói
Nem arde
É só saudade...

6 comentários:

Mirse disse...

Oi Rossana!

Lindo vídeo!

Mais lindo o sentimento do
poema!

Nesta hora nós, os sem-pai, não temos mais nada a fazer, so sentir a falta que ele faz.

Beijos, querida!

Mirse

Mai disse...

O chato de sermos humanos e assim, amarmos, é que há encontros e despedidas e ai, vamos sentindo saudade, vida afora...
Uns partem, outros ficam e o cntexto e a vida distancia quem se ama e nós amamos nossos pais.
Sim, querida, é intraduzível esta saudade que nos faz, outra vez, crianças e por vezes, choramos ou sorrimos, resgatando o PAI, em nossa memória.

Beijos, querida

Mário Lopes disse...

Minha querida Rossana,

Muito obrigado pelo abraço sentido de solidariedade e de homenagem aos nossos pais já idos (na voz de Gonzaguinha), como é o meu caso.
Muito lindo o teu poeminha de palavras desamparadas, em que se sente em cada poro o respirar da ternura e da saudade.

Um abraço forte e um beijo no coração, deste teu amigo.

Batom e poesias disse...

Grata pelo amparo, Mário.
bjs

BAR DO BARDO disse...

Pai...
Nem sei, nem sinto.

Batom e poesias disse...

Nem eu, Prof.